Publicação de Artigo

 

 

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO ACRE NOS MUNICÍPIOS DE BRASILÉIA E EPITACIOLÂNDIA.

 

Por:

Jânio Cândido Português
Engenheiro Florestal - Rio Branco – AC, e-mail: janio2003@bol.com.br.

Dr. Rubicleis Gomes da Silva
Professor da Universidade Federal do Acre - UFAC, Rio Branco - AC e-mail: rubicleis@uol.com.br.

 

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Relatório Parcial

 

 

As coletas de amostras de água ocorreram no período de 08 a 11 de Março de 2009
(período da cheia do Rio Acre) nos setes municípios que compõem a bacia do Rio Acre. Em
cada município foram coletadas duas amostras no meio do rio, uma amostra a jusante e uma a
montante, objetivando verificar os impactos das emissões de poluentes sobre os indicadores
de qualidade de água e sobre o I.Q.A (Índice de Qualidade de Água).

 

Download Relatório

 

 

Projetos Águas vira notícia

 

 

O projeto de Avaliação Econômica dos Serviços Ambientais da Bacia do Rio Acre tornou-se notícia no dia 29 de março de 2009 em um dos jornais de grande circulação na cidade de Rio Branco - Acre, o Página 20, pela jornalista Charlene Carvalho.

Segue o link com a notícia

 

Professores da Ufac realizam pesquisa sobre qualidade da água e avaliação dos serviços ambientais do  rio Acre

 

 

 

     

       O Estado do Acre está situado no extremo sudoeste da Amazônia brasileira, entre as latitudes de 07º07’S e 11º08’S e as longitudes de 66º30’W e 74ºWGr. Sua superfície territorial é de 153.149,9 km2, que corresponde a 3,9% da área da amazônica brasileira e a 1,8% do território nacional (IBGE, 1995), tendo como capital Rio Branco, cuja área é de 9.962,40 km2.

 

      Um dos aspectos que mais chama a atenção deste Estado é a sua tradição, tanto em nível social como em nível de administração pública, em preocupar-se com o gerenciamento de recursos naturais, visto que há uma política governamental voltada para o desenvolvimento econômico do Estado, a qual procura incentivar a exploração racional de recursos naturais.

 

 

       No entanto, apesar da preocupação ambiental nesse Estado, isso não significa, necessariamente, que o combate aos problemas ambientais e que as políticas públicas existentes estejam em perfeita sintonia com as necessidades presentes. A falta de estrutura dos diversos órgãos ambientais existentes possibilita a utilização irracional dos recursos naturais, chegando ao ponto alarmante de prejudicar a saúde da população.

 

     Em um Estado localizado na região de maior biodiversidade do planeta, onde grande parte da economia atual e de suas potencialidades para o futuro está e estará assentada na utilização de recursos renováveis e não-renováveis, o desenvolvimento de estudos que priorizem a análise do meio ambiente em seu aspecto econômico cria subsídios à utilização racional dos recursos disponíveis.

 


    

      A importância da valoração ambiental dos serviços da bacia do Rio Acre reside no fato de ser esta essencial para criar um valor de referência que indica uma sinalização de mercado, possibilitando, assim, a criação de política que possibilite o uso “racional” dos recursos ambientais. Com isso, os agentes públicos e privados terão indicações para avaliação econômica de tomadas de decisões políticas sobre a utilização eficiente desses ativos. Logo, a criação de um valor de referência para um bem ambiental fornece subsídios ao poder público, à sociedade civil organizada e às organizações não-governamentais (ONGs) para um gerenciamento mais eficaz desses recursos.
 


 


 

 

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